12 EnControS

 

agenda

Os ingredientes

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Bloco 1 – Conceitos: Neste primeiro bloco, falaremos sobre conceitos fundamentais para o entendimento dos objetivos do MarCafé. É o momento de separar os ingredientes necessários para a preparação do conhecimento.

 

20/06 Governança e Governo: dois caminhos na mesma direção?

04/07 Inovação Ambiental: por que é necessária?

18/07 Recurso Natural Comum – O mar: uma via logística ou mais que isso?

01/08 Serviços Ambientais: quanto vale a natureza para a economia?

15/08 Bancos de Dados Ambientais: Uma plataforma digital para o desenvolvimento da ciência. 

A mistura

Bloco 2 – Transformação: No segundo bloco, colocaremos um pouco de água quente no café. Aqui o objetivo é mergulhar nas experiências para entender o que é necessário mudar.

 

29/08 Estado Controlador e Estado Participante: uma mudança imperativa

12/09 Competição e Colaboração: um pouco de Teoria dos Jogos para resolução de conflitos socioambientais

26/09 Usos e Costumes ou Normas? Como regras criadas entre os diferentes usuários no ambiente portuário podem contribuir para a harmonia entre hidrovias e setor portuário?

10/10 Mediação Ambiental: Como gerir questões contenciosas socioambientais de forma pacífica?

A experiência

Bloco 3 – Cenários: O último bloco voltamos à superfície. Não estaremos mais na água quente. Os últimos encontros têm o objetivo de mostrar algumas experiências e arranjos que estão dando certo pelo Brasil.

 

24/10 Territórios Costeiros e Economia da Conservação: o direito à identidade marítima

07/11 Diversidade Intercultural: patrimônio do Brasil e Economia Criativa

21/11 Investimento Social Privado, Responsabilidade Social e Governança Corporativa: entenda as diferenças

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O Trem Bélico

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O MarCafé acontecerá na Casa do Trem Bélico

Rua Tiro 11, n° 11

Centro Histórico – Santos – SP

Ver MarCafé: Espaço para Inovação Ambiental num mapa maior

A Casa do Trem Bélico está localizada no centro histórico de Santos.

É uma das poucas edificações militares existentes no País da época colonial setecentista.

Note que aqui, o “Trem” não significa o meio de transporte, e sim “coisas”. Ou seja, é a casa onde se guardam as coisas de guerra.

Saiba mais!

Para a participação dos encontros, o interessado deve fazer uma pré-inscrição no link abaixo e aguardar o nossa confirmação. Para cada encontro, uma nova inscrição deve ser feita e confirmada.

Faça sua inscrição

Contato

Envie suas dúvidas e sugestões preenchendo o formulário abaixo.

Se preferir, envie um email para marcafe@marcafe.eco.br

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Perguntas Frequentes

sobre o MarCafé: Espaço para Inovação Ambiental

O que é?

Encontros quizenais buscando novos formatos de negociações socioambientais para zonas costeiras

Onde acontece?

Os eventos serão na Casa do Trem Bélico. Rua Tiro 11, n°11. Centro Histórico de Santos, São Paulo.

Quando acontece?

Os eventos acontecerão a cada 15 dias, começando no dia 20 de junho de 2013

Qual horário?

Começa às 17h e vão até às 20h.

Qual o investimento para participar?

Nenhum. Os encontros são gratuitos.

Quem pode participar?

No MarCafé, reuniem-se organizações que utilizam o mar em suas atividades corporativas.

Como faço para me inscrever?

Os interessados devem se inscrever no link de inscrição e aguardar nossa confirmação

O que se deve levar para os eventos?

Não é necessário levar nada específico. Incentivamos os participantes a focarem nos diálogos e não se preocuparem com anotações.

Há necessidade de ir com algum traje específico?

Não, o traje é livre. Entretanto, pedimos bom senso aos participantes.

Por onde posso acompanhar a transmissão online no dia do encontro?

Cada encontro terá uma página específica para ele. Na página, haverá o vídeo assim que estivermos fazendo a transmissão. Acesse “12 temas”, em “Encontros Ao Vivo” para visualizar um tutorial afim de entender melhor como funciona.

Há alguma maneira de participar sem estar presentes nos encontros?

Sim, você pode participar por meio deste blog. Basta acessar o conteúdo e comentar. Siga-nos também pelo Twitter @marcafe2013 para acompanhar as novidades. Você pode participar como colaborador; para mais informações, envie-nos um email para marcafe@marcafe.eco.br.

Posso rever os vídeos dos encontros depois?

Sim, na seção do tema específico.

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Cafeteria

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Benvindos à cafeteria do MarCafé.

Depois do diálogo entre os participantes dos encontros, vamos tomar um café. Ali, as conversas ficam mais privativas, em grupos menores.

Preparamos dois elementos especiais para transformar o segundo bloco de cada encontro em um gostoso momento de diálogo. Você tomará o delicioso Café Floresta e provará o surpreendente Ri-Ri da Praia Doce.

Nesta seção do blog, você saberá algumas curiosidades sobre esses elementos.

 

O Café como estimulante

A palavra “café” vem do árabe Kahoua ou Qahwa e significa “o excitante”. A cafeína é um estimulante para o sistema nervoso central de nosso corpo. Ela aumenta nosso rendimento e ajuda na concentração. Inibe o sono e reduz, em parte, o cansaço.

Por isso, o café é um ingrediente muito importante para nossos encontros, estimulando nosso corpo a ficar mais ligado, acordado.

Saúde

O café contém, além de cafeína, várias substâncias importantes para o organismo. Há estudos que dizem que o café previne diversas doenças físicas e mentais como o câncer, doenças neurodegenerativas, asmas, diabetes, depressão, alcoolismo e obesidade. Melhora a atenção, a memória e o aprendizado, além de tirar o sono. De três a quatro xícaras por dia, o café traz mais prazer e saúde para sua vida!

A história do Café

O Brasil é o maior produtor e segundo maior consumidor de café do mundo. Diferentemente do que se pensa, o café não é original do Brasil, e sim da Etiópia, no continente africano. Estima-se que o primeiro pé de café foi plantado no Pará, em 1727. Devido ao clima do nosso país, o cultivo foi espalhado rapidamente. Por mais de cem anos, o café foi uma grande riqueza do Brasil. Em 1870, porém, uma grande geada afetou a produção, provocando grandes prejuízos. Depois da crise, a cafeicultura se organizou e continuou sendo o sucesso que é atualmente.

Saiba mais sobre a história desse companheiro diário de milhares de brasileiros no Portal ABIC

Fontes: Costa Neves , A estória do Café (1974) e Afonso d’Escragnolle Taunay, História do café no Brasil (1939).

Ri-Ri da Praia Doce

Esta excêntrica boquinha vai te surpreender. Feito principalmente de mandioca, os gostos de coco, noz-moscada, cravo e canela, o Ri-Ri irá fazer você lamber os dedos – literalmente – quando terminar. Por ser enrolado em uma folha de bananeira, tem também um suave sabor de banana. O único problema é encontrar essa delícia por aí. A receita foi tirada do livro de Iracema Sapaio, Mani-oca, delícia brasileira e adaptada por Roger, do restaurante Arroz Integral de Maria.

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Movimento Slow-food

Você já deve ter ouvido falar de Slow-Food. É aquela comida feita sem pressa, com cuidado. É um movimento acredita que os alimentos devem ser limpos, cultivados sem prejudicar o meio ambiente e os animais e os produtores devem receber o que é justo pelo trabalho. Uma verdadeira contra-cultura da comida rápida, cheia de conservantes e veneno para o corpo e para o meio ambiente. E aí também entra o conceito de Gastronomia Responsável: cuidar de nossa alimentação enquanto cuidamos do nosso Planeta. 

 

Apoio:

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“Comida é cultura.

 

Não é apenas aquilo que nos alimenta: carrega tradições e é elemento essencial de nosso patrimônio cultural e gastronômico e fonte de emprego dos que vivem para alimentar os outros. Por isso, a regulação da comida em nosso país deve levar em conta esses fatos sem desconsiderar a segurança sanitária – que não é incompatível com as formas tradicionais de produção e uso de alimentos.

 

Que a ciência e a técnica nos sirvam de ferramentas para que possamos garantir a saúde e o bem-estar dos consumidores, mas que não estabeleçam restrições estranhas a nossa cultura que eliminem nossa tradições.

 

 

A preservação da cozinha brasileira significa também preservação social, cultural e ambiental. Neste momento em que o Brasil ganha crescente projeção internacional, é fundamental valorizar o que temos de peculiar, sem medo, de forma a fortalecer nosso mercado interno e mostrar ao mundo nossa riqueza gastronômica. Ora, há exemplos, como o da União Europeia, que mostram ser possível preservar a tradição gastronômica sem abrir mão da segurança sanitária.

Não se trata, portanto, de tarefa inviável – basta vontade política.

Por isso, reivindicamos às autoridadesdo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária:

 

1Que produtos e modos de fazer tradicionais sirvam de parâmetro tanto quanto a preservação da saúde

2Que o pequeno produtor, responsável por mais de 70% dos alimentos que chegam à mesa do brasileiro e guardião da nossa cultura gastronômica, seja valorizado e ouvido na produção das normas sanitárias

 

3Que os regulamentos técnicos, a serem lançados pelo MAPA após a revisão do Riispoa, contemplem as demandas dos produtores artesanais, e não apenas as da indústria

4Que os fiscais da Anvisa e dos Serviços de Inspeção Federal, Estadual e Municipal sejam treinados e orientados para compreender, na sua prática diária , as particularidades dos produtos e produtores artesanais de alimentos

 

5Que a pesquisa aplicada sobre a qualidade de nossos produtos seja fomentada, de forma descentralizada, nas várias regiões do País

 

6Que sejam mantidos abertos os canais de diálogo entre os setores da gastronomia e dos produtores artesanais com a Anvisa e o MAPA”

Chefes, pesquisadores e gastrônomos que já assinaram: Alberto Landgraf; Alex Atala; Ana Rita Suassuna; Ana Luiza Trajano; Ana Zita Fernandes; Bella Masano; Benny Novak; Breno Raigo; Carlos Alberto Doria; Carolina Brandão; Diego Arrebola; Edinho Engel; Eduardo Maya; Elizabetg Kövesi Mathias; Ensei Neto; Helena Rizzo; Heloisa Bacellar; Ivan Achcar; Janaina Rueda; Jane Pizzato; Jefferson Rueda; João Carlos Santos da Luz; João Rural; José Barattino; Juarez Campos; Maurício Maia; Mônica Rangel; Neide Rigo; Nilo Burgarelli; Rafael Costa e Silva; Paulo Guilherme Martins; Roberta Sudbrack; Roberto Smeraldi; Rodrigo Oliveira; Rusty Marcellini; Wanderson Medeiros

Gostou? Assine você também o abaixo-assinado e saiba mais sobre o Manifesto Cozinhista. Assine

 

Fonte: Paladar/Estadão 06/09/2012 

 

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Notas Musicais

Nossos ilustres convidados musicais são parte integrante do conceito do MarCafé, veja quem são eles.

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15/08

 

Marquinho Mendonça, Theo Cancello e Fabiano.




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01/08

188648_303208893132107_1438371061_n Ugo Castro Alves é músico multi instrumentista e compositor. Estudou no Conservatório Dramático Musical Carlos Campos, em Tatuí, e se formou no curso de composição na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Já atuou com diversos artistas nacionais e internacionais entre eles: Teco Cardoso, Mônica Passos, Márcio Faraco, Proveta, Aline de Lima, Zeh Rocha, Diego Moraes, Paulo Neto, Cristina Violle e Tatiana Rocha, entre outros. Viveu por um ano e meio na Europa, e apresentou-se em diversos festivais de música, com destaque para: Festival Internacional de Jazz em Fés (Marrocos), Festival Côte Cour (Aix-en-Provence, França), Festival Bernard Lubat (Uzeste, França), e a Fête de La Musique (Paris, França). Além de diversas casas de show da cidade de Paris, como Duque de Lombard, Blue Note Paris, Satellit Cafe, Studio d’Ermmitage, entre outros. Lançou o primeiro disco de seu grupo Saramandaia, em outubro de 2012, chamado Sonho de Voar, com nove canções de sua autoria, e com o qual circula com o grupo de música brasileira Saramandaia. É regente da Orquestra e banda musical da Escola Jean Piaget, e um dos criadores da produtora cultural Reverbere Cultura em Movimento. É diretor musical da Banda Querô, do Instituto Arte no Dique, com a qual está em turnê pela França.

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Lua Marina é cantora, compositora e produtora cultural, iniciou seus estudos de canto, violão e flauta transversa em Santos, sua cidade natal. Depois, estudou na Escola de Música do Estado de São Paulo – Tom Jobim (EMESP), com os renomados músicos e professores José Luiz Mazziotti, Itamar Collaço e João Vitor Bota. Faz parte do Grupo Vocal da escola, dirigido pelo músico e cantor Luis Gayotto. Iniciou sua carreira profissional em 2003, e desde então se apresentou em diversas casas de shows no Brasil e na França, onde viveu por um ano e meio e estudou música. Levou seu trabalho a diversos palcos, como o Blue Note Paris, Studio d’Emmirtage, Teatro Guarany, Teatro da Fecap, Sescs Santos, Santo André e Piracicaba, entre outros. Em outubro de 2012, lançou o primeiro disco de sua carreira com seu grupo Saramandaia, chamado “Sonho de Voar”, e que contém composições suas. E junto ao produtor musical Ugo Castro Alves faz toda a gestão do trabalho do seu grupo Saramandaia.

Veja mais do trabalho deles AQUI

 

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2013-07-18 19.06.55O trio de instrumentistas Paulo Ramos (violão de 6 e 7 cordas) e Pedro Ramos (cavaquinho e violão tenor) e Zé Roberto Figueroa Sobrinho foram nossos ilustres convidados para o momento de reflexão pós-diálogo

 

 

 

 

 

 

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IMG_2206Mauro Hector é guitarrista e compositor desde 85. Trabalha com blues, rock e jazz. Zuzo Moussawer é baixista desde 1985. Iniciou sua carreira tocando heavy metal e logo passou a tocar blues-rock. Tem quatro CDs e três DVDs. Roberto Bendas é Saxofonista.

 

 

 

 

 

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Compositor e multinstrumentista de cordas, Marquinho Mendonça vem trabalhando sonoridades que vão do choro ao blues, da bossa nova ao jazz, do baião e frevo até as músicas latinas e africanas, desenhando uma música instrumental brasileira de alma universal. Toca com a Orquestra Popular do Recife desde 2006. Lançou em 2010, Tempo Templo, seu segundo CD autoral de música instrumental com participações de Zé Menezes, Oswaldinho do Acordeon, Proveta, Filó Machado dentre outros.

A Banda em Órbita é formada nesta ocasião por Daniel Grajew ao piano, Marcos Paiva no contrabaixo e Ricardo Mosca na bateria, outros músicos convidados estarão presentes também participando desta apresentação.

Conheça mais sobre o primeiro convidado musical do MarCafé. Acesse o MySpace

 

A Notas Musicais do MarCafé tem o apoio de

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